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Estágio Supervisionado em Geografia IV (ESG IV)
 

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Primeiro de observações, coparticipação e regência
Data:  03/09/2025 a 28/11/2025


Temática: MATRIZ ENERGÉTICA: PRÁTICAS GEOGRÁFICAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Objetivo: Promover a reflexão crítica sobre as fontes de energia e suas relações com as questões ambientais, de modo a estimular a compreensão da importância do desenvolvimento sustentável e incentivar práticas conscientes no cotidiano dos estudantes.

Projeto de Intervenção (ESG IV)

Sequências didáticas (ESG IV)

“Temos de fazer o melhor que pudermos. Essa é a nossa sagrada responsabilidade humana.”
(Albert Einstein)

Plano de Oficina Pedagógica  de Curricularização (ESG IV)

Fichas  (ESG IV)

Plano de Coparticipação (ESG IV)

Relatórios (ESG IV)

RELATOS E EXPERIÊNCIAS ADQUIRIDOS COM AS OBSERVAÇÕES DAS AULAS DOS/AS PROFESSORES E PROFESSORAS REGENTES

“Uma criança, um professor, um livro, uma caneta podem mudar o mundo.”
(Malala Yousafzai)

Apontamentos iniciais

Essas palavras de Malala Yousafzai resumem a essência transformadora da educação, sobretudo quando se trata da formação de jovens, adultos e idosos. Esse compromisso educacional revelou-se plenamente nas observações  que fiz durante o estágio no Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro. Ao acompanhar as aulas da professora Marlene Gama, testemunhei como elementos simples de sua prática pedagógica – o diálogo acolhedor, a partilha de vivências e a reflexão crítica de forma contextualizada dos contéudos  abordados –  atitudes que fazem toda a diferença na educação daqueles que não tiveram oportunidade de estudar em tempo regular, bem como para os que não podem frequentar outro turno devido à jornada de trabalho diurna.

Entre os dias 3 e 12 de setembro de 2025, realizei observações e coparticipações nas aulas da professora Marlene Gama, nas aulas de Geografia do turno noturno. As turmas pertencem ao Ensino de Jovens e Adultos (EJAI) do Ensino Médio, sendo compostas pelo 3° ano, com turmas juvenis (T/J-A, T/J-B e T/J-C) e formativas (T/F-A, T/F-B, T/F-C e T/F-D), compostas por jovens e adultos. Pude observar que, em suas aulas, a regente trata os alunos como filhos, sempre aconselhando-os a prosseguir nos estudos. Ela busca promover um ambiente o mais acolhedor possível, para que os alunos se sintam bem e possam compartilhar seus conhecimentos durante o desenvolvimento das aulas, participando e refletindo sobre suas vivências e experiências cotidianas.
Outro dado significativo que pude observar é que, na sua maioria, as turmas são compostas por trabalhadores e trabalhadoras. Um aspecto que merece destaque é a presença de mães acompanhadas de seus filhos nas aulas, o que demonstra não apenas o comprometimento delas com a educação, mas também a busca por um ambiente que favoreça a conciliação entre a vida profissional e a maternidade. Isso ressalta a importância de criar espaços inclusivos que atendam às necessidades dessas mães, promovendo a aprendizagem em um contexto familiar e colaborativo.
Voltando ao conteúdo das aulas, a professora regente trabalhou com as principais fontes de energia e os impactos ambientais ocasionados pela produção e consumo desenfreado de fontes de energia altamente poluentes. Além disso, ela também abordou alternativas sustentáveis, como energias renováveis (solar, eólica e hidrelétrica), enfatizando a importância da conscientização sobre o uso responsável dos recursos energéticos. As discussões incluíram a análise de como a transição para uma matriz energética mais limpa pode mitigar os efeitos das mudanças climáticas e promover um futuro mais sustentável.
Outro aspecto relevante é o caráter prático do tema, que estimula os estudantes a relacionarem os conteúdos trabalhados com sua realidade cotidiana. Ao compreenderem os custos ambientais e sociais da matriz energética brasileira e mundial, os jovens podem ser motivados a adotar práticas mais conscientes em suas próprias rotinas, como o consumo responsável, a economia de energia e a valorização das energias limpas. Nesse processo, o papel do professor enquanto mediador é fundamental para provocar questionamentos, instigar reflexões e orientar os discentes a construir alternativas que apontem para uma sociedade mais justa e sustentável.

Apontamentos finais

Diante do exposto, o período de observações em sala de aula foi extremamente enriquecedor, proporcionando uma oportunidade valiosa para me familiarizar com as estratégias de coparticipação. Essa experiência não apenas ampliou meu entendimento sobre a dinâmica do ambiente escolar, mas também me preparou para a futura regência, permitindo-me observar práticas pedagógicas eficazes, interagir com os alunos e refletir sobre abordagens que podem ser aplicadas em minha própria prática docente. Acredito que essa etapa irá contribuir positivamente para o processo de ensino-aprendizagem em minha formação profissional.

Por fim, os relatos aqui apresentados narram não apenas as dinâmicas observadas nas turmas do 3º ano do Ensino de Jovens e Adultos (EJA), mas também enriqueceram minha formação docente. Essas vivências, marcadas pela relação afetiva com alunos trabalhadores, mães e jovens em busca de superação, reforçam o potencial da educação para promover conscientização ambiental, sustentabilidade e inclusão social.

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Alguns momentos do estágio supervisionado

Legenda: Na primeira imagem, temos os estudantes do 3º T/J C, a professora regente e o estagiário. Na segunda imagem, vemos a ornamentação, o bolo e os salgados da festa de encerramento das atividades letivas. Na terceira imagem, estão os discentes e o professor supervisor do componente de Estágio Supervisionado em Geografia IV (ESG IV) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB/Campus IV).

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Fonte:  Marcos Matheus (2025)

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RELATOS E EXPERIÊNCIAS ADQUIRIDOS COM A COPARTICIPAÇÃO

“A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é preparação para a vida, é a própria vida.”
(John Dewey)

Apontamentos iniciais

Ao coparticipar durante as aulas no Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, pude perceber na prática a dimensão social e dinâmica que a educação assume, conforme salientado por Dewey. Essa experiência não se limitou a uma simples preparação; constituiu um envolvimento ativo com o processo real da aprendizagem, visto que a interação constante com os alunos durante as aulas possibilitou o desenvolvimento compartilhado de conhecimento. Essa troca contínua entre professor, estagiário e estudantes evidenciou que o aprendizado não é um ato isolado, mas um processo coletivo, em que todos os envolvidos constroem sentidos e reflexões a partir de suas experiências individuais e contextos sociais. Além disso, esse engajamento permitiu observar as múltiplas formas de compreensão e participação dos alunos, reafirmando a importância de práticas pedagógicas flexíveis e sensíveis às necessidades de cada grupo, fortalecendo a construção de um ambiente escolar inclusivo, crítico e transformador.

Também fiz minhas coparticipações nas aulas da professora regente, em turmas do 3º ano formativo e juvenil, pois futuramente assumirei a regência de duas turmas suas, a saber, (T/J-A e T/J-C). Nesta etapa, pude auxiliá-la na condução das aulas, seja passando os slides, seja participando das atividades, além de providenciar o que faltasse durante suas aulas.
É importante ressaltar que, durante as copartições, a professora regente solicitava que nós, estagiários, compartilhássemos nossas experiências universitárias relacionadas ao conteúdo abordado. Além disso, éramos incentivados a contribuir nas aulas com reflexões críticas sobre os temas ministrados, enriquecendo, assim, o aprendizado de todos os alunos. Essa prática não apenas promovia um ambiente de discussão mais dinâmico, mas também nos permitia desenvolver habilidades de análise e argumentação, essenciais para nossa formação profissional, especialmente durante o período de regência, uma vez que assumiríamos a sala de aula.
Além disso, essa etapa preparatória para a regência é importante, assim como as observações; ambas são fundamentais para o estágio voltado especificamente para o Ensino Médio, um contexto em que os estudantes já demonstram maior maturidade intelectual e social. Isso exige do estagiário uma postura mais sólida, segura e comprometida com o processo de ensino-aprendizagem.
Assim, ao chegar ao estágio, nutrido da teoria, os estudantes não devem olhar para a realidade observada como ação a ser reproduzida, diferente disso, suas observações devem perpassar a análise pautada nas teorias estudadas e, a partir disso, o licenciando terá condições de avaliar o contexto de forma abrangente e realizar sua prática formativa em uma perspectiva crítica (Oliveira; Santos, 2019, p. 110).
Dessa forma, munido das teorias aprendidas na universidade, aliadas às observações e copartições nas aulas do professor experiente, o estagiário terá um porto seguro ao iniciar sua regência. Esse suporte teórico e prático não apenas o preparará para enfrentar os desafios da sala de aula, mas também promoverá sua autoconfiança e capacidade de adaptação a diferentes contextos educacionais. Além disso, ao aplicar os conhecimentos adquiridos e refletir sobre sua prática, o estagiário terá a oportunidade de desenvolver uma abordagem pedagógica mais eficaz e contextualiza, contribuindo para o aprendizado de seus estudantes. 

 

Apontamentos finais

 

Diante do exposto, conclui-se que as observações e as coparticipações realizadas durante o estágio, ao longo da análise, indicam não apenas a relevância dessa etapa, mas também a complexidade das questões envolvidas. É fundamental considerar diferentes perspectivas e contextos para uma compreensão mais aprofundada. Além disso, as implicações dos resultados sugerem a necessidade de novas intervenções que explorem aspectos ainda não discutidos, contribuindo, assim, para um conhecimento mais abrangente e significativo, tanto para o estagiário quanto para os discentes.
Nesse sentido, tais práticas são de suma importância para a formação docente antes do início da regência, uma vez que, aliadas às observações das estratégias pedagógicas utilizadas pelo professor regente, assim como à discussão dos textos obrigatórios abordados em sala de aula pelos professores supervisores, contribuem para a formação da identidade docente do estagiário.
Por fim, munido desse arcabouço teórico e prático, o estagiário estará apto a iniciar a regência em sala de aula, encontrando um porto seguro para desenvolver suas habilidades docentes. Essa preparação não só fortalecerá sua confiança, mas também permitirá que ele enfrente os desafios do ambiente escolar com mais segurança e competência. Assim, será capaz de promover um aprendizado significativo e impactar positivamente seus alunos e alunas, contribuindo para um ensino de qualidade.

OLIVEIRA, S. R. L.; SANTOS, L. S. C. Dimensões da docência em Geografia: o estágio supervisionado, os sujeitos e o registro. In: VALLERIUS, D. M.; MOTA, H. G.; SANTOS, L. A. dos. O Estágio Supervisionado e o professor de Geografia: Múltiplos olhares. - 1 ed. - Jundiaí [SP]: Paco, 2019, p.p. 103-129.

Alguns momentos da coparticipação

Legenda: Na primeira foto, a estagiária Natália Muricy participa de uma aula que estou regendo, explicando sobre os domínios morfoclimáticos. Já na segunda imagem, ela está desenhando uma barragem de rejeitos de mineração.

Fonte:  Teobaldo Alves Pinto (2025)

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RELATOS E EXPERIÊNCIAS ADQUIRIDOS COM A REGÊNCIA

“Sozinhos, pouco podemos fazer; juntos, podemos fazer muito.”
(Hellen Keller)

Apontamentos iniciais

Ao iniciar a regência, temos a oportunidade de aprender valiosas lições sobre como direcionar nossas práticas pedagógicas. No entanto, a regência não é uma construção individual; pelo contrário, é um processo coletivo. Observamos atentamente as técnicas e metodologias que aprendemos na universidade, através dos textos sugeridos pelos professores supervisores do Estágio Supervisionado em Geografia IV (ESG IV), Além da observação das aulas ministradas pelo professor ou professora regente que nos receberá, ele ou ela cederá uma ou duas de suas turmas. Por outro lado, a interação com os alunos evidencia a importância de estabelecer um ambiente de aprendizagem inclusivo e dinâmico, capaz de fomentar o pensamento crítico e a curiosidade. Dessa forma, a regência não apenas enriquece nossa formação como futuros educadores, mas também nos auxilia a cultivar uma consciência reflexiva sobre nosso papel na educação, permitindo-nos impactar positivamente a vida dos estudantes.

 

No dia 17/09/2025, ministrei uma hora/aula na turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro - Tempo Integral, localizada no município de Jacobina/BA, marcando o início das atividades de regência. Apresentei-me oficialmente à turma e fizemos uma recapitulação do conteúdo anterior, ministrado pela professora Marlene Gama, depois iniciei a aula expondo sobre as fontes de energia. Para estimular a participação dos alunos, dividi a turma em grupos e propus a produção de frases sobre os prós e contras sobre a produção de energia, utilizando a pesquisa nos smartphones. Os alunos demonstraram um bom nível de participação e interesse, embora tenha havido desafios na organização de alguns grupos, que apresentaram certa dispersão. Para melhorar a dinâmica, pretendo implementar algumas estratégias de gestão de grupo nas próximas aulas, como a definição de papéis específicos para cada membro. A avaliação inicial foi positiva, com muitos alunos se engajando e apresentando boas ideias durante a atividade. Estou confiante de que, com ajustes na dinâmica, conseguiremos aprimorar ainda mais a colaboração entre os estudantes.


No dia 18/09/2025, ministrei uma hora/aula na turma do 3º ano – turma T/J A do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro - Tempo Integral, localizada no município de Jacobina/BA, marcando o início das atividades de regência. Apresentei-me oficialmente à turma e fizemos uma recapitulação do conteúdo anterior, ministrado pela professora Marlene Gama, depois iniciei a aula expondo sobre as fontes de energia. Para estimular a participação dos alunos, fiz a mesma dinâmica que havia feito com a turma anterior, pois, nessa turma fiz co-dococência com a estagiária Valdiane Jesus Santos, dividi a turma em grupos e propus a produção de frases sobre os prós e contras sobre a produção de energia, só que agora utilizado a leitura de um texto impresso. Os alunos demonstraram um bom nível de participação e interesse, uma vez que Valdiane Jesus Santos já tinha ministrado o conteúdo em sua primeira aula. A avaliação inicial foi positiva, com muitos alunos se engajando e apresentando boas ideias durante a atividade. Estou confiante de que, com ajustes na dinâmica, conseguiremos aprimorar ainda mais a colaboração entre os estudantes.


No dia 19/09/2025, ministrei uma horas/aula na turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro - Tempo Integral, localizada no município de Jacobina/BA, marcando o início das atividades de regência. Levei o texto que tinha utilizado na turma anterior, pedi que fizessem uma leitura compartilhada, ao término solicitava que explicassem o que entenderam, ao mesmo tempo em que fazia apontamentos e contextualizava o conteúdo com informações locais e globais. Os alunos demonstraram um bom nível de participação e interesse, embora tenha havido desafios na organização de alguns grupos, que apresentaram certa dispersão, pois alguns não queriam ler. Para melhorar a dinâmica, pretendo implementar algumas estratégias nas próximas aulas, como a definição de papéis específicos para cada aluno. A avaliação inicial foi positiva, com muitos alunos se engajando e apresentando boas ideias durante a atividade. Estou confiante de que, com ajustes na dinâmica, conseguiremos aprimorar ainda mais a participação dos discentes.

 

No dia 24/09/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, que funciona no regime de Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. O tema abordado foi “Fontes de energia: vantagens e desvantagens”. A aula teve como objetivo apresentar aos discentes os diferentes tipos de fontes de energia, destacando tanto suas características positivas como seus impactos negativos. Durante a exposição, foram discutidas fontes renováveis, como energia solar e eólica, e não renováveis, como petróleo e carvão.
Utilizei uma linguagem acessível e exemplos do cotidiano para facilitar o entendimento dos estudantes, além de estimular a participação através de perguntas que instigassem a reflexão sobre a importância do uso sustentável das energias. Ao final, os alunos demonstraram interesse no assunto e participaram ativamente, contribuindo com opiniões e tirando dúvidas.
A experiência foi bastante enriquecedora, evidenciando a relevância de tratar temas ambientais de forma clara e contextualizada para os estudantes nessa etapa da educação básica, sobretudo alunos e alunas do Ensino de Jovens, Adultos e Idosos (EJA).

No dia 25/09/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J A do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em regime de Tempo Integral, localizado em Jacobina/BA. A temática da aula foi “Questões ambientais globais e locais”, com o objetivo de ampliar a compreensão dos alunos sobre os desafios ambientais que afetam tanto o planeta como a realidade das suas próprias comunidades. Durante a exposição, apresentei exemplos de problemas ambientais globais, como mudanças climáticas, poluição e perda da biodiversidade, e relacionei esses tópicos com situações locais que impactam o município de Jacobina e seus arredores.
Procurei estimular nos estudantes uma reflexão crítica sobre as causas das questões ambientais e a importância da participação consciente de cada indivíduo na preservação do meio ambiente. Utilizei recursos visuais, como imagens e mapas, para facilitar a compreensão e tornar a aula mais dinâmica. Ao final, os alunos participaram ativamente com perguntas e comentários, revelando interesse e engajamento com a temática.
Essa atividade contribuiu para fortalecer a consciência ambiental dos estudantes, incentivando-os a pensar de forma integrada entre o global e o local.

No dia 01/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, que funciona em regime de Tempo Integral, no município de Jacobina/BA. O tema abordado foi “Questões ambientais globais e locais”, buscando promover uma compreensão ampla sobre os principais desafios ambientais que afetam o mundo e, ao mesmo tempo, aproximar esses problemas da realidade local dos estudantes. Durante a aula, destaquei temas como aquecimento global, poluição, desmatamento e conservação, relacionando-os com impactos que podem ser observados na região de Jacobina.
Foi estimulada a participação dos alunos por meio de perguntas e discussões, visando fomentar um olhar crítico e responsável em relação ao meio ambiente. Utilizei recursos visuais para ilustrar conceitos e tornar o conteúdo mais acessível e interessante. Ao final, os estudantes demonstraram curiosidade e envolvimento, contribuindo com exemplos e dúvidas que enriqueceram a discussão.
Essa aula foi importante para sensibilizar os alunos sobre a necessidade de pensar e agir em prol da sustentabilidade, tanto em escala global quanto local.

No dia 02/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J A do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em regime de Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA.
O tema da aula foi "Desenvolvimento sustentável e síntese", com o intuito de consolidar os conhecimentos adquiridos anteriormente pelos alunos sobre meio ambiente e sustentabilidade. A atividade teve como foco principal apresentar os princípios do desenvolvimento sustentável, discutindo a importância do equilíbrio entre crescimento econômico, preservação ambiental e justiça social.
Durante a aula, organizei um momento de síntese que permitiu aos estudantes relacionar os conteúdos estudados às suas realidades locais e globais, favorecendo a compreensão integrada do tema. Utilizei recursos didáticos como quadro, exemplos práticos e perguntas direcionadas para promover o engajamento e a reflexão crítica.
Os alunos participaram ativamente com perguntas e comentários, demonstrando interesse pela temática e pela aplicação dos conceitos discutidos em seu cotidiano. Essa aula contribuiu para reforçar a conscientização sobre a responsabilidade coletiva na construção de um futuro sustentável. Atividade mapa mental.

No dia 03/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, que funciona em regime de Tempo Integral, no município de Jacobina/BA.
A aula teve como temática o “Desenvolvimento sustentável e síntese”, com o objetivo de consolidar as principais ideias relacionadas ao desenvolvimento sustentável, articulando aspectos ambientais, sociais e econômicos. Durante a aula, apresentei os conceitos fundamentais do desenvolvimento sustentável e incentivei os alunos a refletirem sobre como esses princípios podem se aplicar tanto em contextos globais quanto na realidade local.
Foi realizada uma síntese dos conteúdos estudados anteriormente, promovendo a integração de informações sobre fontes de energia, questões ambientais e práticas sustentáveis. A aula contou com momentos de diálogo, nos quais os estudantes puderam expor dúvidas e compartilhar percepções, tornando o ambiente mais participativo e colaborativo.
Ao final, observei um bom engajamento por parte dos alunos, que demonstraram interesse em compreender como o desenvolvimento sustentável pode ser implementado de maneira efetiva em suas vidas e comunidades. Essa aula reforçou a importância da educação para a sustentabilidade e o papel ativo dos estudantes na construção de futuros mais responsáveis.

No dia 08/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em regime de Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A temática da aula foi "Introdução à Matriz Energética", com o objetivo de apresentar aos alunos os diferentes tipos de fontes de energia que compõem a matriz energética, destacando suas características, importância e impactos ambientais. Durante a aula, foram abordados conceitos básicos sobre energia renovável e não renovável, o papel delas na economia e no cotidiano, além dos desafios para a transição energética sustentável.
Para facilitar o entendimento dos estudantes, utilizei recursos visuais como slides ilustrativos e exemplos práticos relacionados à realidade local, estimulando a reflexão sobre a diversidade das fontes energéticas disponíveis e seu uso responsável. A aula também contou com momentos de interação, em que os alunos puderam fazer perguntas e compartilhar suas opiniões e conhecimentos prévios sobre o tema.
Ao final, observei um bom interesse e participação dos estudantes, que demonstraram curiosidade em aprofundar o tema e compreender a importância da matriz energética para o desenvolvimento sustentável.

No dia 09/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J A do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA.
A aula teve como tema "Introdução à Matriz Energética" e buscou oferecer aos alunos uma visão geral sobre as diferentes fontes de energia que compõem essa matriz, suas características, usos e impactos ambientais. A metodologia adotada foi expositiva-dialogada, iniciando com uma apresentação de slides contendo gráficos da composição da matriz energética brasileira e exemplos visuais de fontes renováveis (solar, eólica, hidrelétrica) e não renováveis (petróleo, carvão). Em seguida, realizei uma atividade prática de classificação, em que os alunos organizaram em grupos cartões ilustrados com diferentes fontes energéticas, discutindo suas vantagens e desvantagens. Finalizei com uma roda de conversa para síntese dos conceitos.
Durante a aula, os alunos demonstraram um perfil de participação ativo e diversificado: inicialmente mais receptivos à exposição, logo se engajaram na atividade em grupo, colaborando na identificação e discussão das fontes. Destaquei a curiosidade de alguns estudantes que trouxeram exemplos locais, como o uso de energia hidrelétrica na região, enquanto outros expressaram preocupações com a dependência de combustíveis fósseis.
Ao término, os alunos saíram com maior consciência sobre a importância da diversificação energética para o desenvolvimento sustentável, evidenciando o sucesso da abordagem metodológica combinada.

No dia 10/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A aula teve como tema "Energia na Bahia e em Jacobina (Enfoque na Macaqueira)" e objetivou contextualizar a matriz energética regional, destacando fontes regionais como a Usina Hidrelétrica de Sobradinho, parques eólicos na região e o município em si, e sua relevância para o desenvolvimento sustentável na Bahia. A metodologia adotada foi expositiva-interativa, começando com slides sobre a produção energética baiana (hidrelétrica, eólica e biomassa), seguidos de um mapa interativo da região de Jacobina. Em seguida, realizei uma dinâmica em duplas, em que os alunos analisaram imagens e dados simples sobre impactos positivos (geração de energia limpa) e desafios (deslocamento de comunidades), culminando em uma plenária para compartilhamento de conclusões.
Ao abordar as fontes de energia limpa (solar e eólica), introduzi também o tema das Unidades de Conservação (UC), esclarecendo que a instalação dessas fontes não é universalmente proibida, mas depende da categoria da UC e das normas específicas de seu plano de manejo. Em muitos casos, trata-se de um processo complexo que requer rigoroso licenciamento ambiental. Nesse contexto, situei Jacobina ao explicar a existência do Parque Natural das Macaqueiras no município. Os alunos demonstraram um perfil de participação entusiástico e contextualizado: muitos reconheceram a "Macaqueira" por relatos familiares, gerando debates animados sobre benefícios locais (empregos e turismo econômico) versus questões ambientais.
Ao final, os estudantes consolidaram uma visão crítica sobre a energia regional e local, expressando interesse em práticas sustentáveis, o que reforçou o engajamento com conteúdos geográficos aplicados à realidade baiana.


No dia 16/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J A do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, no município de Jacobina/BA. Reapresentei à turma A a aula que havia ministrado na semana anterior para a turma C. O tema da aula foi “Energia na Bahia e em Jacobina (Enfoque na Macaqueira)”, com o objetivo de contextualizar a matriz energética regional, destacando fontes importantes como a Usina Hidrelétrica de Sobradinho, os parques eólicos da região e o próprio município de Jacobina, evidenciando sua relevância para o desenvolvimento sustentável da Bahia.
Adotei uma metodologia expositiva e interativa, iniciando com slides que mostraram a produção energética do estado, incluindo hidrelétrica, eólica e biomassa, seguidos por um mapa interativo da região de Jacobina. Em seguida, organizei uma dinâmica em duplas, na qual os alunos analisaram imagens e dados simples para identificar impactos positivos, como a geração de energia limpa, e desafios, como o deslocamento de comunidades. A atividade foi finalizada com uma plenária para o compartilhamento das conclusões.
Ao abordar as fontes de energia limpa, especialmente a solar e a eólica, introduzi o tema das Unidades de Conservação (UC), esclarecendo que a instalação dessas fontes depende da categoria da UC e das normas específicas do seu plano de manejo, sendo frequentemente um processo complexo, que exige licenciamento ambiental rigoroso. Nesse contexto, destaquei o Parque Natural das Macaqueiras, localizado em Jacobina.
Os alunos apresentaram um perfil participativo e contextualizado; muitos reconheceram a “Macaqueira” por relatos familiares, o que gerou debates animados sobre os benefícios locais, como empregos e turismo econômico, contrapostos às questões ambientais envolvidas.
Ao final da aula, os estudantes consolidaram uma visão crítica sobre a energia regional e local, demonstrando interesse por práticas sustentáveis, o que reforçou o engajamento com os conteúdos geográficos aplicados ao contexto da Bahia.

No dia 17/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A aula teve como tema "Problemas Ambientais Globais" e objetivou sensibilizar os alunos sobre os principais desafios ambientais que afetam o planeta, como mudanças climáticas, desmatamento, poluição e perda de biodiversidade, relacionando-os à responsabilidade coletiva e individual. A metodologia adotada foi expositiva-dialogada, iniciando com slides ilustrativos de fenômenos globais (ex.: derretimento das calotas polares e eventos extremos), seguidos de um mapa-múndi interativo para localizar impactos regionais. Em seguida, realizei uma dinâmica em grupos, em que os alunos discutiram imagens de problemas ambientais e propuseram soluções simples, culminando em uma roda de conversa para síntese das ideias.
Ao final, os estudantes consolidaram uma visão crítica sobre os problemas globais, expressando compromisso com ações sustentáveis no cotidiano, o que reforçou o engajamento com conteúdos geográficos de relevância planetária.

No dia 22/10/2025, realizei uma aula com duração de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C, do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, situado no município de Jacobina/BA. A aula foi dedicada à aplicação de uma avaliação com questões de múltipla escolha, abordando dois temas centrais: problemas ambientais e matrizes energéticas. Antes de iniciar a prova, fiz uma breve contextualização para reforçar a importância desses assuntos, destacando como os problemas ambientais impactam diretamente a qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável, além de apresentar as principais fontes de energia utilizadas no Brasil e no mundo, incluindo suas vantagens e desvantagens.
Durante a realização da avaliação, os estudantes demonstraram interesse e engajamento, refletindo o esforço dedicado ao estudo dos conteúdos durante as aulas preparatórias. A prova serviu para avaliar tanto o conhecimento teórico quanto a capacidade dos alunos de analisar questões ambientais e energéticas de forma crítica.
Ao final, realizei uma rápida conversa para esclarecer dúvidas e incentivar a continuidade do estudo sobre esses temas, fundamentais para a formação cidadã e ambientalmente consciente dos alunos.

No dia 23/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J A do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A aula teve como temática central os "Problemas Ambientais Locais", com foco nas questões ambientais específicas que afetam a cidade de Jacobina.
Durante a aula, iniciou-se um diálogo para identificar e discutir os principais desafios ambientais do município, como a gestão dos resíduos sólidos, a poluição das águas e o desmatamento de áreas próximas. Os alunos foram convidados a refletir sobre como essas questões impactam o cotidiano da comunidade local e o equilíbrio dos ecossistemas.
Além do debate, foram apresentados dados e exemplos locais para contextualizar melhor os problemas ambientais, incentivando os estudantes a pensarem em possíveis soluções e ações de preservação que possam ser aplicadas no município.
A participação ativa dos alunos durante a aula evidenciou o interesse pelo tema e a consciência crescente sobre a importância da responsabilidade ambiental na região onde vivem. A atividade contribuiu para fortalecer o vínculo dos estudantes com o território e para estimular uma postura mais crítica e engajada frente aos desafios ambientais locais.

No dia 24/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado em Jacobina/BA. A temática da aula foi “Problemas Ambientais Locais (Jacobina)”.
Durante a aula, abordei os principais desafios ambientais enfrentados pela cidade, como a poluição dos rios, a gestão inadequada dos resíduos sólidos e o impacto do desmatamento na região. Promovi uma discussão com os alunos para que pudessem identificar esses problemas em seu dia a dia, percebendo as consequências para a qualidade de vida e para o meio ambiente local.
Utilizei exemplos concretos e dados recentes para contextualizar a situação ambiental de Jacobina, estimulando a reflexão sobre a responsabilidade individual e coletiva na preservação do ambiente. Além do mais, trouxe a música "Sobradinho" da dupla Sá & Guarabyra para contextualizar. Os alunos participaram ativamente, contribuindo com relatos e ideias para melhorar a situação local.
A aula teve um caráter crítico e propositivo, valorizando o conhecimento do território pelos estudantes e reforçando a importância da atuação consciente para a sustentabilidade regional.

No dia 29/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A aula abordou a temática “Introdução à temática acerca dos impactos ambientais”.
Durante a aula, apresentei os conceitos básicos sobre os impactos ambientais, destacando como as atividades humanas interferem nos ecossistemas e na qualidade de vida. Expliquei diferentes tipos de impactos, como poluição, desmatamento, e degradação dos recursos naturais, buscando criar uma compreensão inicial e abrangente do tema.
Promovi a participação dos alunos por meio de perguntas e exemplos práticos que relacionavam essas questões ambientais à realidade local, estimulando uma reflexão crítica e consciente sobre a importância da preservação ambiental.
A aula teve como objetivo estabelecer bases para estudos posteriores, preparando os estudantes para aprofundar o tema e entender suas implicações sociais, econômicas e ecológicas em futuras atividades e debates.

No dia 30/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J A do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A aula teve como tema “Introdução à temática acerca dos impactos ambientais”.
Durante a aula, apresentei aos estudantes os conceitos fundamentais relacionados aos impactos ambientais, enfatizando a influência das ações humanas sobre os ecossistemas. Expliquei os diferentes tipos de impactos, como poluição do solo, água e ar, desmatamento e perda da biodiversidade.
Foi promovida uma discussão com os alunos para que pudessem perceber exemplos práticos desses impactos em seu entorno, fortalecendo a conexão entre o conteúdo teórico e a realidade local. A interação favoreceu a conscientização e o interesse dos estudantes sobre a importância da conservação ambiental.
A aula serviu como base para aprofundamentos futuros, preparando os alunos para compreender as complexidades dos problemas ambientais e refletir sobre possíveis soluções sustentáveis.

No dia 31/10/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A aula teve como temática os “Impactos ambientais nos Domínios Morfoclimáticos do Brasil”. Cabe destacar que, nesta aula a estagiária Natálicia Muricy auxiliou coparticipando.
Durante a atividade, foram apresentados os principais domínios morfoclimáticos do país, como a Amazônia, o Cerrado, a Caatinga, a Mata Atlântica, entre outros, ressaltando suas características ambientais específicas. Em seguida, discutimos os tipos de impactos ambientais que afetam cada um desses domínios, incluindo desmatamento, queimadas, degradação do solo e mudanças climáticas.
A aula teve uma abordagem regionalizada e analítica, incentivando os alunos a entenderem as relações complexas entre o clima, o relevo e as atividades humanas. Além disso, promovemos uma reflexão sobre as consequências desses impactos para a biodiversidade e para as comunidades locais.
Os estudantes participaram ativamente, levantando questões sobre a importância da conservação e do uso sustentável dos recursos naturais em diferentes regiões brasileiras, fortalecendo sua consciência ambiental e territorial.

No dia 05/11/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J A do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A aula teve como tema “Tipos de poluição e seus efeitos”.
Durante a aula, apresentei e expliquei os principais tipos de poluição: do ar, da água e do solo, com ênfase no rio Itapicuru-Mirim, uma importante via hidrográfica local que enfrenta problemas de poluição e assoreamento devido à urbanização. Essa situação afeta tanto a paisagem quanto a vazão do rio e é objeto de estudos geográficos e ambientais na região. Abordei os efeitos negativos que cada tipo de poluição causa ao meio ambiente, à saúde humana e aos ecossistemas, destacando exemplos práticos para facilitar a compreensão dos alunos.
Estimulei a participação dos estudantes por meio de perguntas e debates sobre situações de poluição que eles observam no cotidiano local, promovendo uma reflexão crítica acerca da responsabilidade individual e coletiva para minimizar esses impactos ambientais.
A aula contribuiu para ampliar o conhecimento dos alunos sobre a complexidade dos problemas ambientais, despertando o interesse e a conscientização para práticas sustentáveis e de preservação ambiental.

No dia 12/11/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, no município de Jacobina/BA. A aula abordou o tema “Tipos de poluição e seus efeitos”, reproduzindo o conteúdo que havia apresentado anteriormente para a turma T/J A.
Durante a aula, expliquei os principais tipos de poluição: do ar, da água e do solo, com destaque para o rio Itapicuru-Mirim, uma importante via hidrográfica local que enfrenta problemas de poluição e assoreamento decorrentes da urbanização. Ressaltei como essa situação afeta a paisagem, a vazão do rio e se constitui objeto de estudo na geografia e nas ciências ambientais da região.
Para facilitar a compreensão, apresentei exemplos práticos dos impactos causados por esses tipos de poluição sobre o meio ambiente, a saúde humana e os ecossistemas. Também incentivei a participação dos alunos por meio de perguntas e debates sobre as situações de poluição que eles percebem no seu cotidiano, promovendo uma reflexão crítica sobre a responsabilidade individual e coletiva diante desses desafios.
A aula contribuiu para ampliar o entendimento dos estudantes sobre a complexidade dos problemas ambientais, despertando o interesse e a conscientização para a adoção de práticas sustentáveis e para a preservação do meio ambiente.

No dia 13/11/2025, realizei uma aula com duração de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J A, do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, situado no município de Jacobina/BA. A aula foi dedicada à aplicação de uma avaliação com questões de múltipla escolha, abordando dois temas centrais: problemas ambientais, tipos de poluição e seus efeitos, sobretudo destacando os impactos ambientais nos Domínios Morfoclimáticos (local e nacionioal) 
Antes de iniciar a prova, fiz uma breve contextualização para reforçar a importância desses assuntos, destacando como os problemas ambientais impactam diretamente a qualidade de vida e o desenvolvimento sustentável, além de apresentar as principais fontes de energia utilizadas no Brasil e no mundo, incluindo suas vantagens e desvantagens.
Durante a realização da avaliação, os estudantes demonstraram interesse e engajamento, refletindo o esforço dedicado ao estudo dos conteúdos durante as aulas preparatórias. A prova serviu para avaliar tanto o conhecimento teórico quanto a capacidade dos alunos de analisar questões ambientais e os seus impactos sobre o meio ambiente.
Ao final, realizei uma rápida conversa para esclarecer dúvidas e incentivar a continuidade do estudo sobre esses temas, fundamentais para a formação cidadã e ambientalmente consciente dos alunos.

No dia 14/11/2025, ministrei uma aula assíncrona de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A atividade consistiu em uma avaliação simplificada, que envolvia a leitura de um texto sobre impactos ambientais, seguida da resolução de questões argumentativas.
O objetivo foi promover a compreensão dos alunos sobre os diferentes tipos de impactos ambientais e suas consequências para o meio ambiente e para a sociedade. Através da leitura orientada, os estudantes puderam aprofundar seu conhecimento sobre os temas abordados em aulas anteriores.
As questões argumentativas permitiram aos alunos expressar suas ideias e reflexões de forma crítica, desenvolvendo habilidades de análise e argumentação. A modalidade assíncrona da aula ofereceu flexibilidade para que cada estudante realizasse a atividade no seu próprio ritmo, favorecendo a autonomia no aprendizado.
Essa atividade contribuiu para fortalecer o entendimento dos alunos sobre a importância de ações conscientes para a preservação ambiental, além de incentivar o desenvolvimento do pensamento crítico em relação às questões ambientais atuais.

No dia 21/11/2025, ministrei duas horas/aulas assíncrona de uma hora para as turmas do 3º ano – T/J A e T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A atividade consistiu em uma avaliação simplificada que envolvia a leitura de um texto informativo sobre a COP30, seguida da resolução de questões argumentativas.
O objetivo da atividade foi estimular a compreensão crítica dos alunos sobre a Conferência das Partes (COP) e suas implicações no contexto das políticas ambientais globais. Através da leitura orientada, os estudantes foram convidados a refletir sobre os principais temas discutidos na COP30, como as medidas para conter as mudanças climáticas e os desafios no acordo entre os países.
As questões argumentativas permitiram aos alunos expressar suas ideias e opiniões fundamentadas, desenvolvendo habilidades de análise crítica e escrita. A aula assíncrona possibilitou autonomia no ritmo de estudo, adaptando-se às necessidades individuais dos estudantes.
Essa atividade contribuiu para ampliar a consciência ambiental dos alunos e para consolidar seu entendimento sobre a importância dos debates internacionais na luta contra as mudanças climáticas.

No dia 26/11/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J A do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, no município de Jacobina/BA. A aula abordou a temática “Impactos Ambientais e Saúde Pública”.
Durante a atividade, explorei a relação entre os problemas ambientais e seus reflexos na saúde das populações, destacando exemplos como a poluição do ar, da água e do solo, e seus efeitos sobre doenças respiratórias, contaminação alimentar e qualidade de vida. Apresentei dados e estudos que demonstram como a degradação ambiental pode agravar condições de saúde pública, especialmente em áreas urbanas e comunidades vulneráveis.
Incentivei a participação dos alunos por meio de perguntas e discussões, fazendo com que refletissem sobre as conexões entre o meio ambiente e o bem-estar coletivo. A aula também abordou a importância de políticas ambientais eficientes e de práticas sustentáveis para a prevenção de problemas de saúde relacionados ao ambiente.
Ao final, os estudantes demonstraram maior compreensão sobre a interdependência entre meio ambiente e saúde pública, reconhecendo a importância de atitudes conscientes para a promoção da qualidade de vida.

No dia 27/11/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J A do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. A aula teve como tema “Ações Individuais e Comunitárias para a Preservação Ambiental”.
Durante a aula, explorei diversas formas de intervenção ambiental que podem ser adotadas tanto por indivíduos quanto por grupos e comunidades. Abordei práticas simples do dia a dia, como a redução do consumo de água e energia, a reciclagem e o reaproveitamento de resíduos, além de ações coletivas como mutirões de limpeza, campanhas de conscientização e participação em políticas públicas ambientais.
Incentivei os alunos a refletirem sobre o papel de cada pessoa na proteção do meio ambiente e a importância do engajamento coletivo para gerar mudanças significativas. Promovi debates em grupo para que os estudantes compartilhassem experiências locais e propostas de iniciativas que poderiam ser implementadas na comunidade escolar e no município.
Ao final, os alunos demonstraram compromisso e interesse em adotar práticas sustentáveis, percebendo a conexão direta entre suas ações e o cuidado com o planeta. A aula reforçou a importância da participação ativa e colaborativa na construção de um futuro ambientalmente responsável.

No dia 28/11/2025, ministrei uma aula de uma hora para a turma do 3º ano – turma T/J C do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, em Tempo Integral, localizado no município de Jacobina/BA. Reapresentei à turma a mesma aula ministrada anteriormente para a turma T/J A.
Durante a aula, abordei diferentes formas de intervenção ambiental que podem ser praticadas tanto por indivíduos quanto por grupos e comunidades. Destaquei ações simples do cotidiano, como a redução no consumo de água e energia, a reciclagem e o reaproveitamento de resíduos, bem como iniciativas coletivas, como mutirões de limpeza, campanhas de conscientização e participação em políticas públicas ambientais.
Estimulei os alunos a refletirem sobre o papel de cada pessoa na proteção do meio ambiente e a relevância do engajamento coletivo para promover mudanças efetivas. Promovi debates em grupo para que os estudantes compartilhassem experiências locais e sugerissem propostas de ações que podem ser implementadas tanto na comunidade escolar quanto no município.
Ao final, os alunos demonstraram compromisso e interesse em adotar práticas sustentáveis, compreendendo a relação direta entre suas atitudes e o cuidado com o planeta. A aula reforçou a importância da participação ativa e colaborativa na construção de um futuro ambientalmente mais consciente.

 

Apontamentos finais

Os relatos e experiências adquiridos durante a regência do Estágio Supervisionado em Geografia IV, nas turmas do 3º ano juvenis (A e C) do Centro Educacional Deocleciano Barbosa de Castro, evidenciam a construção de uma prática pedagógica pautada na interação, reflexão crítica e contextualização do conteúdo à realidade local e global. A regência se mostrou um campo fértil para o aprendizado coletivo e para o desenvolvimento da consciência ambiental e cidadã dos estudantes. Como bem pontuou Hellen Keller: “Sozinhos, pouco podemos fazer; juntos, podemos fazer muito”. Nesse contexto, percebemos o estágio supervisionado como uma construção coletiva, envolvendo os alunos, os estagiários, o professor regente e os professores supervisores.
Durante as aulas, foram aplicadas metodologias diversas, que incluíram dinâmicas em grupo, leituras compartilhadas, exposições dialogadas, uso de recursos visuais e atividades práticas que favoreceram a participação ativa dos alunos. A constante adaptação das estratégias didáticas frente aos desafios encontrados refletiu a busca por um ambiente de aprendizagem mais inclusivo e colaborativo, onde o papel do educador se manifesta como mediador e facilitador do conhecimento.
Destaca-se a relevância de abordar temas ligados ao desenvolvimento sustentável, fontes de energia, problemas ambientais locais e globais, impactos ambientais e ações para a preservação ambiental, articulando-os com o contexto regional de Jacobina e do estado da Bahia, aproximando o conhecimento científico da vivência dos estudantes.
Além do enriquecimento dos conteúdos, observou-se o fortalecimento do vínculo entre os alunos e o território, estimulando um olhar crítico, responsável e propositivo sobre as questões ambientais. As avaliações aplicadas, tanto presenciais quanto assíncronas, serviram para consolidar o aprendizado e incentivar a reflexão contínua.
Portanto, a experiência da regência reforça a importância do trabalho coletivo, da flexibilidade metodológica e da contextualização temática para a formação de estudantes conscientes e engajados com a sustentabilidade e a preservação ambiental em suas comunidades
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Alguns momentos da regência

Legenda: Aqui está a correção da sentença: Na primeira foto, está o estagiário Teobaldo Alves Pinto durante uma aula, explicando sobre os domínios morfoclimáticos. Já na segunda imagem, temos um mapa conceitual produzido por um estudante; na terceira, o quadro com alguns esquemas utilizados durante a aula; e na quarta e última, um mapa conceitual com desenhos produzido por outro estudante.

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Fonte:  Natália Muricy (2025)

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Fonte:  Teobaldo Alves Pinto (2025)

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Fonte:  Teobaldo Alves Pinto (2025)

RELATOS E EXPERIÊNCIAS ADQUIRIDOS COM A CURRICULARIZAÇÃO DA EXTENSÃO

“A pesquisa é a criação de novos conhecimentos.”

(Neil Armstrong)

 

Apontamentos iniciais

 

A partir da citação mencionada, percebemos como é fundamental refletirmos sobre a curricularização da extensão nas universidades de forma significativa. A pesquisa, entendida como um processo de geração de conhecimento, está intrinsicamente conectada à sua aplicação prática e ao impacto que pode ter na sociedade.
Nesse sentido, a universidade, fundamentada no tripé ensino, pesquisa e extensão, não apenas se dedica à criação de novos conhecimentos, mas também à sua disseminação e aplicação prática. A curricularização da extensão, ao assegurar a incorporação de atividades de extensão na matriz curricular, potencializa essa relação. Os estudantes têm a oportunidade de vivenciar a pesquisa em contextos reais, aplicando teorias e conceitos aprendidos em sala de aula para resolver problemas concretos da comunidade.

Assim, a prática da extensão não apenas enriquece a formação acadêmica dos alunos, mas também fortalece o vínculo da universidade com a sociedade, promovendo um ciclo de conhecimento que é gerado, aplicado e compartilhado. Dessa forma, a curricularização da extensão se revela uma ferramenta essencial para a construção de um conhecimento mais inclusivo e acessível, alinhando-se à ideia de Armstrong de que a pesquisa é, de fato, um motor para a criação de novos saberes que beneficiam tanto os estudantes quanto a comunidade em que estão inseridos.

 

​No dia 6 de outubro, após o término da exposição teórica pelos oficineiros no Colégio Estadual João Batista Pereira Fraga, localizado no município de Muritiba/BA, a oficineira explicou o funcionamento da atividade, destacando que, a cada palavra sorteada, os alunos deveriam marcá-la em suas cartelas. Durante o sorteio, as palavras foram chamadas individualmente, com breves comentários sobre a importância ou significado de cada termo, reforçando, assim, o conteúdo aprendido. O aluno que completasse todas as palavras da cartela primeiro era declarado vencedor e recebia um prêmio simbólico como forma de incentivo. Essa dinâmica buscou promover um aprendizado colaborativo e divertido, consolidando o conteúdo acerca de energia e sustentabilidade.
 

Além da dinâmica do sorteio, os oficineiros promoveram uma discussão interativa após a atividade, onde os alunos puderam compartilhar suas reflexões sobre o que haviam aprendido. Essa troca de ideias foi fundamental para aprofundar o entendimento dos conceitos abordados, permitindo que os estudantes relacionassem a teoria à prática do dia a dia. Os oficineiros incentivaram a participação de todos, criando um ambiente acolhedor em que cada opinião era valorizada. Ao final da atividade, os alunos foram desafiados a pensar em ações concretas que poderiam adotar em suas casas e comunidades para promover a sustentabilidade, estimulando assim um senso de responsabilidade e engajamento social que vai além da sala de aula.

A oficina pedagógica desempenha um papel crucial na formação de professores, uma vez que promove o desenvolvimento de recursos que articulam a teoria acadêmica com a prática pedagógica em sala de aula. Além disso, essa abordagem respeita e valoriza a diversidade dos participantes, especialmente no contexto do Ensino de Jovens, Adultos e Idosos (EJA), ao considerar suas experiências de vida, necessidades e ritmos de aprendizado. Dessa forma, para os autores,


O ideal que se procura conseguir na formação do professor é unir a teoria à prática. Poucos são os que possuem a intuição educativa. Daí a necessidade de uma formação técnico-pedagógica associada à prática da escola. Exercícios de observação orientada, pesquisas, levantamentos estatísticos, práticas em oficina devem ser estudados experimentalmente e implementados (Mutschele; Gonsales Filho 1998, p. 9).
 

Nesse contexto, a oficina pedagógica se apresenta como um recurso valioso, pois permite que os professores desenvolvam habilidades práticas a partir de conhecimentos teóricos, favorecendo assim a sua formação. Ao integrar exercícios de observação orientada e práticas experimentais, a oficina pedagógica respeita a diversidade dos discentes do Ensino de Jovens, Adultos e Idosos (EJA), promovendo uma aprendizagem significativa e contextualizada. Assim, a formação docente se torna mais robusta e alinhada às realidades dos alunos, permitindo uma atuação mais eficiente e comprometida com as demandas educacionais contemporâneas.
A oficina pedagógica seguiu quatro momentos distintos. No primeiro momento, denominado sensibilização, foi solicitado aos alunos que compartilhassem seus conhecimentos prévios sobre fontes de energia. Para garantir a inclusão, foram realizadas adaptações para alunos com deficiência, como fala pausada, tom de voz elevado, articulação clara das palavras e utilização de recursos visuais com palavras-chave e imagens. O posicionamento dos alunos também foi organizado para facilitar a visualização dos mediadores e dos materiais apresentados.

 

No segundo momento, dedicado à reflexão teórica, os mediadores realizaram uma explanação breve sobre a relação entre Geografia e sustentabilidade, apresentando tipos de energia por meio de exemplos locais e globais. Para facilitar a compreensão, foram usados slides com legendas curtas e ilustrações, além de pausas para checar o entendimento dos alunos por meio de perguntas simples. Reforços visuais, como cartazes e gestos, foram empregados sempre que possível.
O terceiro momento correspondeu à produção coletiva e vivência prática, com a distribuição das cartelas de bingo e explicação das regras, seguida da dinamicidade do jogo. Para alunos com deficiência, foram oferecidas cartelas contendo figuras e palavras, exposição simultânea dos termos falados e projetados visualmente, mais tempo para marcação e realização das ações, além de apoio durante o jogo, sem comprometer a autonomia do aluno.

 

Finalmente, no quarto momento, que consistiu na conclusão e avaliação, foi promovida uma reflexão coletiva sobre o aprendizado adquirido. Especificamente para os alunos com necessidades especiais, foram solicitados relatos verbais ou por meio de gestos simples sobre o conteúdo assimilado, com suporte visual para ajudá-los na recordação. A avaliação considerou a participação, o envolvimento e o esforço individual de cada aluno.
Esse relato acadêmico detalha a execução e as adaptações realizadas na atividade, enfatizando uma abordagem inclusiva e eficaz para o ensino dos temas relacionados a fontes de energia e sustentabilidade.

 

Apontamentos finais

Diante do exposto, evidencia que a atividade lúdica do bingo temático sobre “Fontes de Energia e Impactos Ambientais na Sustentabilidade” foi eficaz para desenvolver a atenção, a socialização e o raciocínio dos discentes. A prática permitiu a revisão dos conceitos apresentados de forma participativa e inclusiva, respeitando as necessidades de todos, especialmente dos alunos com deficiência, por meio das adaptações adequadas. Observou-se que os momentos de sensibilização, reflexão teórica, vivência prática e avaliação contribuíram para um aprendizado significativo, integrando teoria e prática e promovendo o engajamento dos estudantes.
 

Além disso, a metodologia adotada reforçou a importância de abordagens pedagógicas diversificadas e inclusivas, que valorizem diferentes formas de aprendizado e respeitem as particularidades de cada aluno. O uso de recursos visuais, a fala pausada, o tempo adicional e o apoio durante o jogo demonstraram ser estratégias eficientes para ampliar a acessibilidade e garantir a autonomia dos alunos com necessidades especiais. Essas práticas pedagógicas colaboraram para um ambiente educacional mais democrático e sensibilizado para a diversidade.
 

Por fim, conclui-se que atividades lúdicas aplicadas com planejamento cuidadoso e visão inclusiva são ferramentas poderosas para o ensino de temas complexos como energia e sustentabilidade, contribuindo para a formação crítica e consciente dos alunos sobre as questões socioambientais que impactam a sociedade contemporânea. Recomenda-se a continuidade e ampliação de iniciativas semelhantes, com aprimoramentos baseados em avaliações constantes para potencializar o alcance e os resultados educacionais.  

 

MUTSCHELE, M. S.; GONSALES FILHO, J. C. Oficinas pedagógicas: a arte e a magia do fazer na escola. 5. ed. São Paulo: Edições Loyola, 1998.

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Fonte:  Maria Luisa Lopes Mello (2025)

“O mundo é formado não apenas pelo que já existe, mas pelo que pode efetivamente existir.”
Milton Santos

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